terça-feira, 19 de setembro de 2017

Como se quer.






Bolos simples para o dia a dia, fáceis e rápidos de fazer, como se quer nos dias atarefados da semana. Mas mesmo assim com um apontamento de graça, as flores pequeninas de que gosto tanto. E depois, nas pequenas pausas, chá, café ou o que nos apetecer, para acompanhar este bolinho doce e perfumado.

Como fazer:

1 iogurte natural + 3 ovos inteiros + 3 copos (iogurte) de açúcar + 3 copos (iogurte) de farinha +  1 copo (iogurte) de óleo + sal + 1 colher de sopa de raspa de gengibre + 1 colher de chá de canela em pó + 1 colher de chá de fermento em pó 

Bate-se os ingredientes todos juntos durante 5 minutos e de seguida leva-se ao forno a 180 º numa forma untada e polvilhada, durante mais ou menos 30 minutos. Faz-se o teste do palito e quando estiver cozido retira-se do forno. Deixa-se arrefecer ligeiramente e desenforma-se.
Polvilha-se depois com icing sugar.

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Caminhos.












Nesta terra de ventos temperamentais e indomáveis, o dia começa cedo. Bem cedo. Caminheiros, peregrinos, ciclistas, atletas, surfistas cruzam-se, numa azáfama, com os banhistas corajosos, que se aventuram a enfrentar a nortada fria e agreste. Nos dias em que o vento é mais agreste, e não dá para praia, uma das alternativas são as caminhadas. Junto ao rio, junto ao mar ou por caminhos mais interiores mergulhamos no silencio da natureza e vamos vendo e sentindo de pleno os cheiros de verão, a uva morangueira com o seu aroma inconfundível, a terra quente ao sol do meio dia, o aroma  dos pêssegos doces, as figueiras carregadas de frutos negros e de todos eles a correr uma lágrima de mel, as rosas, o cheiro a resina e a hortelã. As amoras a ficarem naquele ponto certo para serem colhidas, as espigas douradas à espera de serem transformadas em alimento precioso. São os cheiros do verão, o cheiro a liberdade, a paz e tranquilidade. A dias grandes e noites estreladas. A dias que são tudo e que sabem assim como uma sombra fresca em redor de uma casa em dias de calor.

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Casa, em casa.





À minha espera, uma casa que me acolhe sempre de braços abertos, os meus cantos, as minhas coisas, as minhas pessoas. Tudo aqui reunido para uns dias de descanso bem merecido.  Casa, em casa. Com tudo o que pressupõe de bom e de belo.

domingo, 13 de agosto de 2017

Início precioso.











Todos os inícios são preciosos. Mais ainda quando estes inícios são preludio de dias grandes de preguiça e de descanso. Tempo com tempo, de calma e tranquilidade. Depois dos dias todos que cabem num ano este tempo começou assim. Um dia inteiro passado num parque num piquenique, leve, fresco e colorido, como se querem as refeições ao ar livre e como se querem também os dias nesta altura do ano. Com os dias grandes, um livro, que me acompanhará durante as férias. Assim começa o mal, neste caso, assim começa o bem.

segunda-feira, 27 de março de 2017

Um bolo para dias de muito frio.









Chuva, frio e vento de novo. E de novo a vontade de casa. O aconchego da lareira, de comida perfumada e do aroma doce dos bolos acabados de sair do forno. Para dias de muito frio um bolo delicioso. Chocolate e pêra numa conjugação deliciosa e absolutamente irresistível.
 
 
Como fazer:

4 ovos + 150 g de açúcar + 1 pisco de sal + 50 g de chocolate em pó + 1 colher de café de café em pó + 100 ml de água morna + 100 g de manteiga derretida + 200 g de farinha + 1 colher de chá de fermento + 4 pêras

Batem-se os ovos inteiros com o açúcar e o sal até obter um creme esbranquiçado. Adiciona-se depois o chocolate em pó e o café em pó, bate-se mais um pouco e acrescenta-se a água morna e a manteiga derretida. Aos poucos junta-se a farinha e o fermento.
Descasca-se as pêras e retira-se os caroços e parte-se em pedaços mais ou menos uniformes.
Coloca-se a massa do bolo numa forma  de bolo inglês, untada e polvilhada com farinha, e por cima coloca-se os pedaços de pêra.
Leva-se ao forno a 160 º durante 40 a 45 minutos.
Depois de desenformado polvilha-se com icing sugar.

quinta-feira, 9 de março de 2017

Seis anos.

 
 













Seis anos e 500 posts depois. Uma data a assinalar. No dia em que este espaço completa mais um ano. Hoje ficam as coisas que me são mais, o que fica dos dias que passam inexoráveis, tantas vezes implacáveis e insensíveis, mas mesmo assim maravilhosos, e de assinalar, sempre. Cada um dos dias, dos momentos, que nos acrescenta e nos marca. Ficam as imagens aleatórias, frases que cruzam os meus dias e lhe dão ainda mais significado, as primeiras flores pequeninas a anunciar a Primavera, a arte, em qualquer uma da sua formas, as flores espalhadas pela minha casa e uma sobremesa decadente.
E com as coisas que gosto e de que vou guardando registo, agradecer a quem por aqui passa, a quem lê. O meu obrigada. Muito.
 
Como fazer:
 
Para o gelado:
 
2 pacotes de natas bem frias + 1 lata de leite condensado + 2 colheres de sopa de gengibre ralado
 
Para o caramelo:
 
200 g de açúcar + 1 pacote de natas + 1 pitada de sal
 
Primeiro faz-se o caramelo assim:
Leva-se o açúcar e o sal ao lume e lentamente deixa-se fazer um caramelo muito claro. Retira-se do lume e junta-se as natas aos poucos. Caso forme grumos leva-se de novo ao lume até que fiquem desfeitos, mexendo sempre. Retira-se do lume e deixa-se arrefecer completamente.
 
Bate-se as natas bem frias até estarem firmes e depois acrescenta-se o leite condensado e o gengibre ralado, envolvendo com a batedeira em velocidade baixa.
Coloca-se a mistura numa taça ou recipiente, que possa ir ao congelador.
 
No momento de servir, colheradas de caramelo.